Um número publicado. Não uma tabela.
As taxas de pagamento já estão dentro. Você recebe 93% líquido no PIX e no cartão à vista — os dois métodos, o mesmo número, sem linha por bandeira e sem letra miúda. Ver de onde sai esse número.
Hoje você já paga uma taxa que só processa o pagamento. A MORA custa 2 a 3 pontos a mais do que ela, e a cobrança inteira deixa de ser sua. Ver essa diferença com o seu número.
Não existe autosserviço: a conta de recebimento nasce no seu CNPJ e é aberta com o nosso time junto.
Troque o valor. Toda a página acompanha.
Dois métodos, o mesmo número.
É aqui que a maioria das tabelas se abre em leque, uma linha por bandeira e outra por prazo. A nossa não abre: PIX e cartão à vista deixam o mesmo líquido, e você sabe qual é antes de emitir — não depois, na fatura.
Ninguém troca 0% por 7%.
Você já paga uma taxa hoje. Em vários lugares ela chega perto de 5% no cartão, e o que ela entrega é o processamento do pagamento — cobrar continua sendo trabalho seu. Então o número que decide não é 7%: é a diferença entre o que você já paga e o que passaria a pagar.
Some as mensalidades que entram num mês normal.
Não achou o seu número? A conta é uma subtração: 7% menos a taxa de hoje.
R$ 840,00 por mês é o que custa a cobrança deixar de ser sua. Esse trabalho já existe na sua empresa hoje: ele só não aparece em fatura nenhuma.
Ele aparece na hora de alguém no telefone, no desconto dado para destravar o pagamento, no cliente que sumiu porque a cobrança foi constrangedora e no que simplesmente não foi cobrado por falta de tempo. A comparação certa é maquininha mais o custo de cobrar contra a MORA — e o segundo termo dessa soma nunca vem escrito em contrato nenhum. Ver o que os 7% já pagam.
Seis números que só fecham depois. Ou um, antes.
Toda plataforma de cobrança brasileira publica uma matriz parecida com a da esquerda. Ela não é desonesta — é só impossível de usar antes de emitir, porque metade das variáveis depende de uma escolha que quem paga vai fazer amanhã.
Para saber quanto você recebe de uma cobrança de R$ 1.240,00, é preciso adivinhar em qual linha ela vai cair — e conferir na fatura, depois, em qual delas ela caiu de verdade.
De R$ 1.240,00 você recebe R$ 1.153,20. Dá para fazer essa conta de cabeça, antes de emitir, e ela não muda por bandeira nem por linha de tabela: é uma taxa base sobre o que entrou.
As letras são de propósito: a gente não inventa percentual de concorrente para ganhar uma comparação — por isso a conta da seção anterior pede o seu número, que está na sua fatura deste mês. A diferença entre as duas colunas é de forma: lá, quanto você recebe depende de uma escolha que quem paga vai fazer amanhã, e você confere depois; aqui é um número, sabido antes de emitir. E onde a MORA perde: para quem recebe quase tudo por PIX à vista, uma matriz com PIX barato sai mais em conta. A gente prefere dizer isso a esconder — é por isso mesmo que a taxa base é uma só, e não uma média disfarçada.
O que os 7% já pagam
Esta é a lista que a diferença de 2 a 3 pontos compra, e nada nela é cobrado à parte pela MORA — nem por volume, nem por evento. Uma linha fica de fora dos 7%, e ela não é nossa: a conta do provedor de mensagem. Está escrita nesta mesma seção, e não numa nota de rodapé.
- A régua de cobrança inteira: lembra antes de vencer, cobra depois, escala sozinha — e para no minuto em que a pessoa paga.
- WhatsApp Business API oficial, em conta comercial no CNPJ da sua empresa — não é robô em número pessoal. A MORA não cobra nada por mensagem; quem fatura o envio é o provedor de mensagem, e essa conta é a única que não é nossa.
- Quando a máquina não resolve, a régua entrega a conversa para uma pessoa da sua equipe em vez de mandar a quarta mensagem.
- O portal de quem paga, com a sua marca na frente e a nossa discreta no rodapé, sem cadastro e sem senha.
- PIX e cartão à vista, com as taxas de pagamento já dentro dos 7% — os dois métodos deixam o mesmo líquido, e nenhum deles tem linha separada na fatura.
- A sua parte de cada venda vai direto para a sua conta, no mesmo instante em que o cliente paga — na nossa fica só a nossa parte.
- Saque automático para a sua chave PIX, às 12h e às 20h em dias úteis. Não existe botão de sacar.
- Contratos que geram a cobrança sozinhos todo mês, e clientes e usuários do painel sem limite de cadastro.
Não é promoção de lançamento. Uma base de dez mil clientes parada não custa nada até virar pagamento recebido — é a única forma de preço em que o nosso mês bom é o mesmo que o seu. Existe uma conta de terceiro, e ela está escrita logo abaixo, não em nota de rodapé.
O WhatsApp oficial é entregue pela Twilio, e essa conta é aberta no CNPJ da sua empresa: o envio é faturado por ela direto para você. A MORA não cobra por mensagem e não tira margem em cima disso — só usa a credencial para enviar. É a única conta da sua operação com a MORA que não é cobrada por nós. Está escrito aqui, e não na sua primeira fatura.
Quem paga nunca é surpreendido
A taxa da MORA sai do repasse, não do valor cobrado: ela não aparece na tela de quem paga, nem somada nem escondida. O que a pessoa vê é o valor da cobrança, e nada é somado a ele — nem antes da escolha do método, nem depois do pagamento.
Cobrança de R$ 1.240,00 é R$ 1.240,00 no PIX e no cartão à vista. Sem “taxa de conveniência”, sem “taxa de processamento” e sem acréscimo por escolher cartão. O que a tela mostra é o que a pessoa paga.
Dados de cartão vão do navegador direto para a MORA e são descartados na resposta. Não passam por planilha, log ou analytics — nem seus, nem nossos.
Repassar a taxa da plataforma para quem deve é a tentação mais comum da categoria, e ela custa caro: o valor da tela deixa de bater com o valor combinado, e a conversa que já era desconfortável vira uma discussão sobre alguns reais. Por isso os 7% não podem ser repassados aqui, e nenhuma tela soma coisa alguma ao que você emitiu — o portal mostra o valor da cobrança, e só ele. Veja a tela que o seu cliente recebe.
O que perguntam antes de assinar
Por que 7%, se a maquininha cobra menos?
Porque a maquininha processa o pagamento e vai embora. Os 7% incluem o processamento de PIX e cartão à vista mais a operação inteira de cobrança. Comparado com os cerca de 5% que muita gente já paga só para processar, a diferença é de 2 a 3 pontos — e é essa diferença que compra a cobrança inteira. Faça essa conta com o seu número.
Dá para negociar a taxa?
7% é o nosso padrão e é o número que a gente publica — parte dele é custo de operação. Operação com volume alto ou estrutura diferente a gente conversa, e o que valer para a sua empresa fica escrito no seu contrato. O que não muda em nenhum caso é o formato: uma taxa base só sobre o valor recebido, sem mensalidade e sem matriz por bandeira.
E no PIX, é menos?
Não. O PIX nos custa menos que o cartão à vista e, mesmo assim, os dois têm o mesmo número: a taxa base não abre em linha por bandeira. Uma taxa que muda a cada bandeira transfere para você o risco de uma escolha que é de quem paga — e obriga a sua equipe a torcer pelo meio de pagamento certo. Aqui o número é o mesmo nos dois, e você sabe qual é antes de emitir.
Tem mensalidade, setup ou fidelidade?
Nenhum dos três. Não existe valor fixo mensal, não existe taxa de implantação e não existe multa por sair. Mês sem receber nada é mês sem pagar nada — se a MORA não funcionar para você, a gente não fatura por isso.
Cobrança emitida e não paga custa alguma coisa?
Da MORA, nada: nem a emissão, nem a segunda via, nem a consulta que o seu cliente faz no portal. A taxa incide sobre pagamento recebido — cobrar de quem não recebeu seria cobrar duas vezes pela mesma inadimplência. Uma exceção: as mensagens da régua, faturadas pelo provedor de mensagem e não por nós.
O WhatsApp tem custo à parte?
Tem. A MORA não cobra nada por mensagem, mas a conta no provedor de mensagem — a Twilio, que é quem entrega no WhatsApp oficial — é aberta no CNPJ da sua empresa, e o envio é faturado por ela direto para você, sem margem nossa em cima. É a única conta da sua operação com a MORA que não sai da nossa taxa, e por isso ela está escrita na página, e não na sua primeira fatura.
O dinheiro fica com vocês em algum momento?
Não. A sua parte de cada venda vai direto para a sua conta no ato do pagamento — na nossa fica só a nossa parte. A conta de recebimento é aberta no seu CNPJ, em instituição de pagamento autorizada pelo Banco Central, e o saldo sai dela sozinho para a sua chave PIX às 12h e às 20h em dias úteis. A única exceção é a janela de abertura da conta: enquanto ela está em análise o dinheiro fica retido e é liberado quando a conta é aprovada. Não se perde nada, mas você merece saber antes.
Quando o dinheiro cai?
PIX liquida em minutos e o cartão segue o prazo da bandeira. De lá o saldo sai sozinho para a sua chave PIX, nas duas janelas de saque da resposta acima — não existe botão de sacar e não existe pedido a fazer.
Posso repassar os 7% para o meu cliente?
Não, e é uma decisão de produto. A taxa é descontada do repasse; o portal mostra o valor da cobrança e nada além dele. Não existe “taxa de conveniência”, não existe acréscimo por escolher cartão e não existe linha somada depois do pagamento: o que você emitiu é o que a pessoa vê.
Como faço para começar?
Falando com a gente. Não existe autosserviço hoje: a conta é aberta com o nosso time junto, porque a conta de recebimento é aberta no seu CNPJ, em instituição de pagamento autorizada pelo Banco Central, e isso exige documento de sócio. A gente prefere dizer isso aqui a deixar você procurar um botão que não existe.
A conta cabe de cabeça. A conversa também.
A gente entende como você cobra hoje, monta a primeira régua junto e só depois liga o automático. Sem formulário de doze campos e sem fila de qualificação.
Segunda a sexta, das 8h às 18h. Quem responde é quem mexe no produto. Já é cliente? Entrar no painel.